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Allison 16, estudante do ensino médio, cursando 2° período de inglês, futuro farmacêutico por enquanto só mais um jovem fascinado por futebol e por descobrir coisas novas.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Características gerais dos fungos


       Os fungos, também como bolores, são organismos eucariontes (com células nucleadas), existindo espécies unicelulares e pluricelulares, respectivamente: as leveduras e os cogumelos, cujas células são impregnadas externamente por quitina, uma polissacarídeo nitrogenado.
   Esses seres são heterotróficos não sintetizam o próprio alimento, incorporando os nutrientes necessários ao seu metabolismo através da absorção de substâncias após digestão extracorpórea (sapróbios), realizado por enzimas sintetizadas e secretadas sobre a           Os Fungos pluricelulares apresentam estrutura formada por uma mala de filamentos chamada hifas, agrupadas formando um pseudo tecido denominado micélio, caracterizado conforme sua distinção citoplasmática em:

Hifas septadas – cujas células são individualizadas, cada uma contendo o seu núcleo;

Hifas cenocíticas – com aparência anastomosada (concina), formado por um citoplasma estendido e polinucleado.

     O micélio assume tanta a função vegetativa, quanto a reprodutiva. A primeira conferindo sustentação, crescimento e obtenção de alimentos, e a segunda, responsável pela reprodução de esporos (reprodução sexuada), porém podendo ocorrer de forma assexuada, seja por brotamento ou fragmentação.
   A respiração dos fungos pode ser aeróbia (na presença de oxigênio) ou anaeróbia facultativa, sobrevivendo em ambiente com baixa oxigenação. Sistematicamente os fungos são classificados em: Zigomicetos, Basiciomicetos, Ascomicetos e Deuteromicetos.

Fungo Unicelular: Saccharomyces cerevisiae          































Fungo Pluricelular: Amanita muscaria

Classificação dos fungos


Os fungos costumam ser classificadas em três grupos taxonômicos embora sejam considerados quatro: Os Zigomicetos, os Ascomicetos, os Basidiomecetos e os Fungos imperfeitos. Aqui se incluem o Aspergillus  e o  Pinicillium. Os zigomicetos são fungos mais simples, com hifas asseptadas, esse hifas são os que causam o bolor do pão e alguns fungos parasitados de animais. Os Ascomicetos incluem fungos deste grupo. Os Basidiomicetos apresentam hifas septadas, com parede quitinosa. Produz um tipo de esporos, basidióporo, suportados por um esporângio caraterístico, com forma de dedos, o basídio e ainda se incluem os cogumelos.


Classe dos fungos


            A classificação dos fungos não tem consenso entre os biólogos. Alguns dele ainda consideram fungos uma divisão do reino vegetal, outros um filo e ainda do reino protista.

Classe Phycomycetes: Os ficomicetes são fungos mais simples, e a maioria deles não forma corpo de frutificação. O nome da classe sugere essa simplicidade, pois “fimomicete” (do grego phykos, alga, e myketos, fungo) significa “fungo somente de alga”. Muitos ficomicetos aquáticos formam esporos dotados de flagelos, os zoóporos, como também ocorre em certas algas.

Classe Ascomycetes: Os ascomicetes formam estrutura reprodutiva e forma de saco, dominadas ascos.

Classe Basidimycetes: Os basidiomicetes formam estruturas reprodutivas denominadas basídios terem a base presa ao corpo de frustração e a extremidade livre, onde se alojam quatro esporos, denominados basidiósporos. A maioria dos basidiomicetos forma corpos de frutificação chamados basidiocarpos, populares conhecidos como cogumelos.


Exemplos de fungos.

Aspergillus flavus, cresce em grão como amendoim é super toxico.
Psilocybe mexicana, especie de fungo.
Penicillium, fungo terrestre conhecido com bolor verde.
Plasmopara viticola, causador de míldio da videira.
Sapralegnio, fungo que decompõe e provoca manchas brancas nas escamas de peixes de aquário.

Fungos comestiveis

Fungos comestíveis foram esse citados abaixo.

Fistulina hepatica


Fistulina hepatica é um invulgar cogumelo-prateleira agárico ecomestível, bastante comum no Reino Unido, mas que é também encontrado no resto da Europa e na América do Norte. Como o seu nome comum sugere, assemelha-se bastante a um pedaço de carne crua. Foi em tempos utilizado como substituto da carne, e pode ainda hoje ser encontrado em alguns mercados da França. Tem um sabor amargo e ligeiramente ácido. Pode ser rijo e necessita um tempo de cozedura longo.

Lactarius deliciosus


Lactarius deliciosus, vulgarmente conhecido como sancha, tancha, pinheira, vaca-vermelha, míscaro ou níscaro, é um cogumelo comestível e um dos membros mais bem conhecidos do género Lactarius, na ordem Russulales. Pode ser encontrado na Europa e América do Norte, tendo sido acidentalmente introduzido noutras regiões, onde cresce debaixo de coníferas.

Shiitake

Shiitake

 Shiitake (Lentinula edodes) é um cogumelo comestível nativo do leste da Ásia. A espécie é hoje em dia o segundo cogumelo comestível mais consumido no mundo, incorporado desde há muito nos hábitos alimentares dos povos asiáticos. Recentemente, foi introduzido para produção e consumo nos paises ocidentais.


Receitas com Shitake




Pastel de Shitake

Pastel de Shitake

Ingredientes:
  • Cebola;
  • Alho;
  • Azeite extra virgem;
  • 100 gramas de shitake;
  • 100 gramas de cogumelo de Paris frescos e picados;

Mode de preparo:
Frite a cebola e alho em azeite extra virgem. Junte 100 gramas de Shitake e 100 de cogumelo de Paris frescos e picados. Acrescente sal, pimenta do reino, salsa e páprica. Se preferir ao invés de sal use molho Shoyu. Não deixa o recheio fique muito molhando para não atrapalhar  a fritura do pastel.

Filés de Badejo com Shitake
File de badejo com shitake

Ingredientes:

  • 2 Filés de badejo, sal, pimenta do reino branca a gosto;
  • 200 gramas de cogumelo shitake fatiado;
  • 1/2 xícaras de (chá) de coentro;
  • 1 colher de sopa de margarina;
  • 1/2 xícaras de chá de vinho branco;

Mode de preparo:
Tempere os filés com sal, pimenta e uma parte do coentro. Deixa tomar gosto por 30 minutos. Coloque os filés em um refratário, tampe e leve ao micro andas de 6 a 8 minutos na potência alta. Escorra o caldo emoutro refratário e reserve o peixe. Acrescente o shitake, o restante do coentro, a margarina, do trigo e do vinho. Misture bem, tampe e vele para o micro ondas por mais 8 minutos na mesma temperatura. Retire o peixa coloquei em cima da reversa e sirva.

Queijo Camembert

Queijo Camembert

Queijo de pasta mole, produzido com leite de vaca, apresenta-se com uma fina crosta de bolor penicillium branco, que se torna impregnada de pigmentos vermelhos, castanhos e amarelos à medida que matura.
O queijo jovem, com cerca de 30 dias de fabricação, apresenta um sabor suave, ligeiramente acidulado, com um "coração" (centro da massa) de textura pouco firme, que se modifica à medida que se aproxima da crosta.
Passados cerca de 45 dias de fabricado, o queijo alcança uma maturidade e uma personalidade, com sabor e aroma mais pronunciados, adquirindo uma textura fina e fundente.

História do Queijo Roquefort


Em épocas pré-históricas, antes que o homem pudesse ler ou escrever, um legendário mercador viajante da Arábia, atravessando uma agreste secção montanhosa da Ásia, já cansado, depois de uma áspera subida sob sol causticante, fez uma pausa para restaurar suas forças e se alimentar. Tinha trazido como alimento tâmaras secas e, dentro de um cantil feito de estômago seco de carneiro, certa quantidade de leite de cabra.
Mas, quando ele levou aos lábios o cantil para sorver o leite, somente um líquido fino e aquoso escorreu de seu interior. Curioso, Kanana, o lendário viajante, cortou o cantil e viu, para sua surpresa, que o leite tinha se transformado numa coalhada branca, não muito desagradável ao paladar de um homem faminto. O coalho existente no estômago parcialmente seco do carneiro havia coagulado o leite, e o resultado dessa operação química foi o queijo. Isso se passou há milhares de anos, e ainda hoje, faz-se o queijo exatamente de modo semelhante: coagulando o leite com coalho oriundo de estomago de bezerros.
O queijo é um dos mais antigos alimentos preparados que a história da humanidade registra. A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, milhares de anos antes do nascimento de Cristo. Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação.
Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía ricas pastagens cheias de cabeças de gado. Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Era ela que velava pela fertilidade do solo e causava o transbordamento do Nilo, tornando fecundas as terras áridas. Quando o rio transbordava, era celebrado o festival de Osiris e, nessa solenidade, uma vaca bem escovada e lustrosa era carregada em procissão cerimonial. Leite de ovelha era também largamente usado pelos antigos egípcios na fabricação de queijos, mas as incompletas páginas da história não nos deixaram registros dos métodos usados por eles. A Bíblia é rica em referências às vacas e ao leite, e os hebreus do Antigo Testamento louvavam com freqüência o queijo como um dos mais nutritivos alimentos.

Queijo Roquefort

Roquefort é o nome de uma variedade de queijo, de originalidade francês produzida como leite de ovelhas. Esta variedade apresenta massa de consistência cremosa e esfarelada, com casa úmida e sabor acentuada e picante. Assim como no das variedades Gorgonzola e Camembert, são injetados fungos (bolores) na massa neste caso os de pito Pinicillium, que passa, a seguir por um processo de maturação de três meses. São este de que desenvolvem no Roqueforte aparência, característica com veios verde-azulados, que lhe dão o sabor especial.

Quijo Gorgonzola

Queijo Gorgonzola
O queijo gorgonzol, italiano, é conjutamento com o frânces Roquefort um dos quijos com maior notoriedade no planeta, elaborando a partir de leite de vaca. O crecimento de mofo se completa por volta dos 30 dias de maturação, momemto em que normalmente o quijo é embalado em papel alumínio, inteiro ou em fatias, armazenado sob refrigaração até o momento ideal de seu consumo que ocorre entra 45 e 50 dias.

Queijo Brie

Quijo Brie
De origem francesa, o queijo brie é fabricado no Brasil, com a mesma tecnologia do queijo Camembert, ficando as diferenças mais por conta do formato do que das propriedades organolépticas. É um quijp de massa macia e quebradiça, maturado externamente por fungos de gênero Pinicillium.